01/12/08
Pegada Ecológica em Portugal
Pegada ecológica I
Neste momento estamos a usar energia a uma taxa superior à sua capacidade de reposição. Para isso recorremos ao "capital natural" acumulado ao longo de milhões de anos, exaurindo-o. Para que a sociedade seja sustentável, a Pegada Ecológica terá de ser inferior à capacidade de carga (ou biocapacidade) do planeta ou região.A Pegada Ecológica permite calcular a área de terreno produtivo necessária para sustentar o nosso estilo de vida.
Nessa data, a Pegada Ecológica média mundial era 35% maior do que a capacidade de regeneração do planeta.
21/11/08
Cidades e vilas sustentáveis
Os participantes na Conferência de Lisboa, de 1996, aprovaram o documento intitulado "Da Carta à Acção".
Seguiu-se Conferência de Hanôver (2000).
19/11/08
Protocolo de Quioto... E Bali?

1. Onde e quando foi adoptada a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas?
2. A UE respeitou o seu compromisso referente a essa Convenção para o ano 2000, mas outros países não o fizeram. Então, o que foi decidido depois?
3. Quando é que a UE ratificou o protocolo? E Portugal?
3.1. Quando é que ele entrou em vigor?
3.1.1. Por que motivo só aconteceu nessa data?
3.2. Quando é que a Austrália o ratificou? Em que circunstâncias?
4. Em que consiste o Protocolo?
4.1. Qual é a sua meta global?
4.2. Qual é a meta para a UE?
4.3. Qual é a meta para Portugal?
4.4. Indique duas iniciativas da Conferência de Nairobi.
4.5. Qual foi o objectivo principal da Conferência de Bali?
4.5.1. Quais as posições do Canadá, Japão e EUA em relação ao objectivo dessa conferência?
17/11/08
Cimeira da Terra, antes e depois
Procure os apontamentos enviados para o seu email, para responder da melhor forma às seguintes questões.
1.1. O que se decidiu nessa conferência em relação à Educação Ambiental?
2. Relatório de Brundtland.
2.1. Que outro nome tem esse relatório?
2.2. Em que ano foi publicado?
2.3. Quem o elaborou e quem dirigiu o grupo de trabalho?
2.4. Por que motivo foi elaborado?
2.5. Qual foi o conceito novo que trouxe para as questões ambientais?
2.6. Quais eram as metas que o relatório definia a nível internacional?
2.7. Quais são as três vertentes do Desenvolvimento Sustentável?
2.8. Defina Desenvolvimento Sustentável (DS).
3. Passadas duas décadas sobre a aceitação da ideia de DS, a ONU apresentou um relatório sobre a evolução do Ambiente, diz que nestes 20 anos depois do relatório de Brundtland quase não houve avanços e que, no essencial se mantêm os problemas ambientais mais relevantes.

05/11/08
Entrar neste ambiente

Para cada grupo iniciar a sua ligação ao "Ambientalnet" deve trabalhar duas das seguintes possibilidades:
1. Um dia temático sobre ambiente e apresentá-lo da melhor forma possível no âmbito desse projecto de sensibilização ambiental;
2. Escolher uma notícia sobre questões ambientais, comentá-la e desenvolver o tema em causa;
3. Escolher uma ONGA, apresentá-la (mesmo o contéudo do site) e divulgá-la.
29/10/08
Educação Ambiental - Evolução e História - sec XX
1. Carta de Belgrado
2. Relatório Brundtland
3. Cimeira da Terra (e Agenda 21)
4. Cimeira da Terra (e Desenvolvimento sustentável)
5. Conferência de Quioto
Tema suplementar:
Cimeira para o Desenvolvimento Sustentável (sec. XXI)

Os grupos deverão referir:
- o local, a data e duração dos encontros, os organizadores
- a preparação a que estiveram sujeitos
- as medidas e decisões tomadas
- os efeitos/resultados dessas medidas
- o envolvimento de Portugal
Aconselha-se liberdade de pesquisa mas sempre com a cuidada selecção de informação e de linguagem. Use o ECO-FIND.
Os trabalhos de grupo serão apresentados na aula.
Trabalho a desenvolver nas próximas 3 aulas (semana e meia); Seguir-se-á a apresentação.
21/10/08
Química: primeiro teste de avaliação
Manual do 9º Ano
da p. 172 à p. 224
caderno de actividades - p. 77 à p. 90 (até ao exercício 49).
Esses conteúdos repetem-se e aprofundam-se no manual do 10ºAno:
Manual do 10ºAno
da p. 12 à p. 15
p. 32 e p.35 e exercícios 1 e 2 da p. 37
p. 38 à p. 41 e exercício 1 da p. 43
p. 100 à p. 108 (sem configurações electrónicas, mas antes distribuições electrónicas)
exercício 7 da p. 109 (distribuições e não configurações)
p. 110 à p. 114
exercícios 2, 3, 4a)b), 6, 7, 8, 10, 11, 14, 15 e 16 das p. 115 a p. 117
p. 118 à p. 120
p. 194 à p. 200 e p. 203
exercícios 2, 3, 4, 5, 6 das p. 201 e 202
exercícios 3, 4, 5 e 6 da p. 206.
Não esquecer que na reprografia se encontram os objectivos de todo o módulo 1 (e seguintes) assim como a correcção da última ficha formativa.
Vamos lá a resolver já este módulo!!!
E até se podem fazer uns jogos de química e da TP, por aqui ---» FQ-sapo
23/09/08
Adopção de elemento químico

Apresentação dos trabalhos à turma: 20 -24 de Outubro.
19/09/08
Curso Profissional
17/05/08
Maratona de 7


Cada um dos 5 grupos foi colocado perante as mesmas 3 situações problemáticas. Num período de 30 minutos foram à procura de entendimento e da solução que poderia contribuir para um bónus na avaliação final. As 15 respostas são os 15 comentários do post anterior.
15/05/08
Da melhor discussão... nasce a solução

A Tatiana resolveu trazer água recolhida pelo desumidificador lá de casa para poder determinar a sua dureza. Ficou admirada quando verificou que após a adição de mais de 50 mL de EDTA (dissódico) o negro de eriocrómio-T ainda não tinha mudado de cor. Afinal parecia que o método escolhido não funcionava. Explique o que sucedeu.
Situação 2
Uma aluna do 8ºAno considera que existem poucas análises feitas à água do concelho.
Indique-lhe a classificação de diversos tipos de águas (4 exemplos de classificação) e apresente alguns dos problemas mais comuns da qualidade das águas do concelho.
Situação 3
A Patrícia analisou uma água de um tanque e o Rui determinou esses mesmos parâmetros para a água de uma fonte.
Quer o teor em cloretos, quer a concentração de oxigénio dissolvido são muito diferentes. A dureza da água era semelhante, mas reduzida.
Encontre explicações para os resultados das análises efectuadas.
Cada grupo deve responder na forma de comentário a esta mensagem.
Cada melhor resposta terá um bónus de 1,0 valores na classificação do teste.
21/04/08
Polímeros
7ki - As proteínas são polímeros naturais
7ki - Actividade com polímeros: EPS e látex
7ki - Testes a plásticos
Azoto na água
- Um dos problemas correntes associados ao azoto acontece no controlo da qualidade de água dos aquários.
- Nitratos em águas subterrâneas: Ribatejo (1996-2000).
- Método para remoção de nitratos: permuta iónica.
17/04/08
Actividade com polímeros: EPS e látex
EPS - Poliestireno Expandido
- uma introdução sobre o polímero da actividade (classificação, propriedades, aplicações, vantagens/desvantagens, possibilidades de reciclagem) e sobre cuidados (regras de segurança) a ter com os reagentes e materiais utilizados.
- uma discussão sobre as observações e uma explicação científica do que sucedeu.
Não esquecer a indicação das fontes de informação! BOM TRABALHO!
14/04/08
Testes a plásticos
- teste da densidade (em água, em álcool isopropílico e em óleo de milho)
- teste da chama (com fio de cromoníquel)
- teste da acetona
- teste do aquecimento em água
Estes testes serviram para identificar os seis tipos de plásticos conhecidos pelos códigos de identificação
1 - PET 2 - HDPE 3 - PVC 4 - LDPE 5 - PP 6 - PS
Classificação de polímeros
A produção de polímeros ocupa mais de 3/4 da indústria da Química Orgânica.
A indústria de plásticos em Portugal tem evoluído bastante. Na década de 90 a produção triplicou. Apesar de ser uma economia relativamente pequena, Portugal encontra-se entre os maiores fabricantes mundiais de moldes.
- Quanto à síntese, há polímeros produzidos por reacções de adição e outros por reacções de condensação. Essas reacções são polimerizações (a partir de monómeros).
- Quanto à origem os polímeros são naturais, artificiais ou semi-sintéticos e sintéticos;
- Quanto ao número de monómeros que os constituem, os polímeros são homopolímeros ou copolímeros (heteropolímeros);
- Em relação à sua degradação, existem alguns polímeros que são biodegradáveis, outros fotodegradáveis, outros são solúveis em água, ...
- De acordo com o comportamento mecânico, o material polimérico pode ser:
- Plástico - capaz de ser moldado em várias formas (filamentos, películas e outras); Os plásticos podem ser termoplásticos ou termofixos, de acordo com o efeito que o calor lhes provoca.
- Fibra -muito fino e alongado, na forma de filamentos. Constituído sobretudo por macromoléculas lineares. Fibras: naturais, artificiais, sintéticas.
Outros termos:
Resina - é uma substância amorfa ou uma mistura, de peso molecular intermédio ou alto, insolúvel em água mas solúvel em alguns solventes orgânicos e que, à temperatura ambiente, é sólida ou um líquido muito viscoso, que amolece gradualmente por aquecimento. Todas as resinas naturais são solúveis e fundíveis. Todos os polímeros sintéticos que possuem estas características também são conhecidos como resinas sintéticas.
Bioplástico - Plástico biodegradável (pode não ser obrigatoriamente biodegradável desde que tenha origem em matéria-prima renovável). Pode ser obtido a partir de origem natural ou de origem sintética...
Um universo de alto grau de conhecimento e de polímeros em construção, com muita fibra!
09/04/08
Oxidabilidade - índice de permanganato
Difusão do permanganato de potássio na água
O teor em sulfatos determina a necessidade de efectuar uma pré-oxidação no tratamento das águas superficiais ou subterrâneas destinadas à produção de água para consumo humano.
Pesquise e responda:
1. Refira 3 características da amostra que podem impedir a boa aplicação deste método de determinação da oxidabilidade.
08/04/08
Sulfatos na água
As suas principais origens são:
- Origem geológica (dissolução de gessos, oxidação de pirites, erosão de granito e basalto)
- Inquinação por dejectos;
- Utilização de fertilizantes (p.e. sulfato de amónio)
- Infiltração de águas do mar;
- Chuva ácida resultante da presença de óxidos de enxofre (dos combustíveis fósseis).
- Tratamento de águas (p.e. com o coagulante sulfato de alumínio); No entanto, esse coagulante pode ser removido por osmose inversa ou em resinas de permuta iónica.
Problemas associados à presença de elevado teor de sulfatos na água:
- Formação de inscrustrações em caldeiras e em permutadores de calor;
- Mau cheiro em tubagens de águas residuais - pela redução a ião sulfureto e formação de hidrogenossulfureto e ácido sulfídrico)
- Corrosão de tubagens de águas residuais - bactérias infectam as paredes das tubagens e, na presença de oxigénio transformam ácido sulfídrico em ácido sulfúrico;
O ião sulfato determina-se, por exemplo, através do método gravimétrico baseado na formação de um precipitado de sulfato de bário (devido à adição de cloreto de bário), o qual será digerido, filtrado, lavado, calcinado e pesado. É importante controlar o pH da amostra e ter em atenção várias interferências: matéria suspensa, silicatos, sulfatos, sulfitos, metais pesados, etc. A calcinação deve ocorrer numa mufla a 800 ºC.
Pesquise, discuta em grupo e responda:
1. Em que conhecimentos químicos (princípio) se baseia o método gravimétrico utilizado na determinação de sulfatos?
2.1. Indique duas interferências que podem proporcionar resultados mais elevados.
2.2. Indique duas interferências que podem proporcionar resultados mais baixos.
3. Qual o agente de precipitação utilizado? E qual o precipitado formado?
4. Determine a solubilidade do sulfato de bário a 25ºC.
5. Por que razões se adiciona polpa de papel de filtro*, se filtra em vácuo e se coloca o precipitado na mufla?
* O papel de filtro deve ser isento de cinzas.
02/04/08
Actividades laboratoriais - Dureza da água e cloretos
- o interesse da continuidade de análise do mesmo tipo (origem) de amostra de água;
- os apontamentos da sebenta e do manual:
os materiais e os reagentes a utilizar;
os procedimentos a seguir;
as observações a anotar assim como o registo de outros dados relevantes;
- a necessidade de efectuar cálculos para preparação das soluções;
- os cuidados a ter com os reagentes e materiais;
- a existência de soluções que deverão ser padronizadas e a preparação das respectivas soluções-padrão;
- as características da água a analisar e as interferências provocadas com o método de determinação;
- as cores apresentadas pelos indicadores (1, 2) a utilizar nas titulações;
- a realização de vários ensaios para cada determinação e usar os concordantes (média...) assim como a realização de ensaios em branco;
- o conhecimento e compreensão das reacções químicas intervenientes e das expressões de cálculo utilizadas na determinação dos parâmetros a obter;
Para além do habitual, o relatório deverá ter:
- uma introdução sobre o parâmetro a determinar e os conhecimentos de química envolvidos assim como os cuidados a ter com todos os reagentes utilizados;
- uma discussão dos resultados obtidos;
- os cuidados de preparação da actividade salientados neste post também deverão ser incluídos aquando da introdução e/ou da discussão.
Ainda há dúvidas sobre como se deve elaborar um relatório? Vá ao Brasil - MACKENZIE
E Que tal espreitar o blog de uma turma fantasquímica... » Dureza cálcica e dureza total da água.
/que inveja daqueles laboratórios/até cai aquela lágrima!...











